Como prevenir o colesterol alto?

Colesterol alto

O colesterol alto é um problema persistente na vida de muitos brasileiros. Essa substância que circula pela corrente sanguínea é produzida, principalmente, pelo fígado, por meio das gorduras ingeridas pela má alimentação.

Quanto mais colesterol existe no sangue, maior é a possibilidade de sua deposição nas paredes arteriais. Em consequência, isso pode provocar, progressivamente, a obstrução do fluxo sanguíneo.

Vale lembrar que existem dois tipos de colesterol. O HDL é o chamado colesterol bom, enquanto que o LDL é o colesterol ruim. De fato, nosso organismo precisa de ambos. Porém, é preciso que haja certo equilíbrio.

A função do LDL é colaborar para o funcionamento das gorduras, ajudando na produção de vitamina D e de determinados hormônios em nosso organismo.

Entretanto, quando ele existe em quantidades elevadas, isso pode trazer graves consequências para a saúde. Como vimos, o colesterol em excesso se adere às paredes das artérias, acarretando no chamado colesterol alto. Por isso, uma das principais consequências dos níveis elevados de colesterol são as doenças cardiovasculares.

A importância de cuidados constantes e de visitas regulares ao médico cardiologista se justificam pelo fato de que esse problema pode ter relação com outras doenças. Uma delas é o diabetes e a própria genética. Por isso, é preciso uma avaliação criteriosa para seu correto tratamento.

Como prevenir o colesterol alto?

As alterações positivas e negativas dos níveis de colesterol em nosso/organismo têm uma relação muito íntima com a alimentação. Apesar de parecer/algo complexo e de difícil controle, o fato é que medidas simples e práticas, que podem ser adotadas no dia a dia, são de grande ajuda para o controle do colesterol.

Dicas para prevenção

  • consumir fibras (frutas e cereais integrais), pois ajudam a controlar e diminuir os níveis do colesterol ruim;
  • evitar a ingestão de alimentos gordurosos, especialmente os de origem animal. Na lista entram os frios, bacon, embutidos e alimentos processados. Óleo e frituras também devem ser evitados;
  • exercícios físicos, como ginástica, musculação e caminhada, ajudam na produção de enzimas que regulam os níveis de colesterol;
  • consumir verduras e frutas é um hábito excelente de prevenção. Porém, não adianta muito comer apenas uma vez na semana. A dica é incluir em todas as refeições. Além disso, variar também é bom: legumes cozidos, verduras refogadas e sopas, por exemplo;
  • ler atentamente os rótulos dos alimentos é uma boa prática para a prevenção do colesterol alto. Neles, vamos encontrar todas as informações sobre a quantidade de gordura contida no alimento e, assim, saber se é prejudicial ao nosso organismo;
  • o consumo de peixe também é recomendado, uma vez que eles possuem naturalmente algumas propriedades muito importantes para a redução do colesterol. Incluí-los na alimentação duas vezes na semana já é o suficiente;
  • o leite e seus derivados devem ser consumidos com cuidado. É o que chamamos de gordura invisível, ou seja, está no alimento, mas nem sempre percebemos que está em grande quantidade.

Combater e prevenir o colesterol alto depende de uma mudança de hábitos e comportamentos. Com o passar do tempo, você já terá adotado uma vida mais saudável e menos propensa a desenvolver a condição. Vale a pena o esforço em favor da saúde!

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Sintomas de Infarto: entenda como o corpo sinaliza o problema

Infarto

O infarto é uma condição que pode afetar a qualquer pessoa, independente de idade ou gênero. Contudo, a forma como o corpo sinaliza esse problema pode variar por esses fatores. Por isso, é importante conhecer os sintomas de infarto típicos e atípicos.

Em função de vivermos uma rotina a cada dia mais acelerada e estressante, cresce progressivamente o número de casos de doenças cardíacas. Nesse texto, você vai aprender a perceber os sinais de que algo pode estar prestes a acontecer com seu coração.

O que é um infarto?

É uma disfunção que ocorre quando o miocárdio (músculo do coração) permanece por um longo período sem receber o sangue bombeado pelo órgão, em razão de um bloqueio no fluxo sanguíneo.

Sem ser abastecido, a falta de sangue faz com que o miocárdio fique danificado ou necrosado, provocando um ataque cardíaco. Além disso, o infarto pode acometer a diversas partes do coração, variando de acordo com o tipo de artéria que foi obstruída. 

Quais são possíveis causas?

A principal causa de bloqueio das artérias é a doença arterial coronariana. Essa patologia ocorre em função do acúmulo de gordura na artéria, formando uma placa (ateroma). A presença de ateromas no sangue promove o aparecimento de placas de gordura.

Conhecidas como aterosclerose, essas placas de gordura causam o estreitamento e a obstrução das artérias. Quando essas placas se rompem, um coágulo se forma e obstrui o fluxo sanguíneo, causando o infarto agudo do miocárdio.

Em casos mais raros, podem ocorrer espasmos de uma artéria coronária que interrompem a circulação do sangue para o miocárdio. Esses espasmos podem ser causados pelo uso de cocaína.

Existem alguns fatores de risco que potencializam as chances de uma pessoa sofrer um ataque cardíaco. Esses fatores são a idade elevada, tabagismo, hipertensão, colesterol alto, diabetes, sedentarismo, obesidade, estresse, alcoolismo e uso de drogas estimulantes.

Quais são os sintomas de infarto?

Os sintomas de infarto, como mencionado anteriormente, variam de pessoa para pessoa. Contudo, existem alguns sinais que são comuns a todos os casos. São eles:

  • Dor ou desconforto no peito que pode irradiar para costas, rosto, braço esquerdo e, raramente, braço direito;
  • Sensação de peso ou aperto sobre o tórax;
  • Suor excessivo;
  • Palidez;
  • Desmaio;
  • Arritmia cardíaca.

Sintomas de infarto em mulheres

O principal sinal de um infarto é a típica dor forte no peito que se alastra para o braço esquerdo. Porém, nem sempre as mulheres apresentam essa dor característica.

Geralmente, elas apresentam dor abdominal que se assemelha a uma gastrite ou esofagite de refluxo, enjoo, mal-estar ou cansaço excessivo sem causa aparente.

Sintomas em idosos

Os casos de pacientes idosos são os mais perigosos, pois o infarto pode se manifestar de forma silenciosa. Os sintomas costumam ser mais leves e persistem por muitos dias. 

Os mais comuns são suor excessivo, dor leve e intensa no peito ou na parte superior do abdômen, sendo confundida com uma gastrite ou refluxo. Os idosos que não tenham um estilo de vida saudável estão mais propensos a desenvolverem outras doenças cardiovasculares.

Sintomas de infarto em jovens

Os pacientes jovens representam a maioria dos casos de infartos que levaram à morte súbita. Isso porque eles ainda não desenvolveram a circulação colateral, que ajuda a abastecer o coração e diminuir o impacto da falta de circulação no órgão.

Os sintomas costumam ser atípicos, como por exemplo, formigamento no braço, tontura, suor frio, palidez, enjoo e a dor ou o aperto no peito. Em função do estilo de vida, possuem mais chances de terem um infarto fulminante, causando a morte súbita.

Agora que você conhece os sintomas de infarto, fique atento e, caso suspeite de algo, procure um cardiologista para ser avaliado. Quer saber mais? Clique no banner!

Como controlar a hipertensão?

hipertensão

A hipertensão arterial (pressão alta) é um problema que acomete quase um quarto dos brasileiros, sendo que 50% dos atingidos são pessoas idosas. Embora tenha uma relação com fatores hereditários, sendo mais comum na mesma família, na realidade, o grande vilão é o estilo de vida.

Sedentários, com sobrepeso, que ingerem regularmente alimentos ricos em gorduras, diabéticos e aqueles que consomem alimentos com muito sal são os candidatos potenciais a desenvolver a pressão alta.

O excesso de sal na alimentação é o principal fator de risco para o aumento da pressão arterial. Em suma, o sal faz com que o corpo retenha mais água, causando o aumento na quantidade de sangue em circulação dentro dos vasos. Como resultado, a pressão fica desregulada. Isso ocorre devido a uma característica do cloreto de sódio, que é a de atrair para si as moléculas de água.

A hipertensão está caracterizada quando ela é igual ou superior a 14 por 9. Esse índice é representado pelas duas fases do movimento de contração e expansão das veias. A pressão máxima é a sistólica, que não deve ultrapassar 130 mmHg. A mínima é a diastólica, que deve ser inferior a 9 mmHg.

Como prevenir e controlar a hipertensão?

Em primeiro lugar, pessoas que se encontram no grupo de risco devem examinar regularmente a pressão. Neste grupo, estão inclusos:

  • diabéticos;
  • idosos;
  • obesos ou com sobrepeso;
  • alcoólatras;
  • sedentários;
  • pessoas que com maus hábitos alimentares.

Uma vez diagnosticada a pressão alta, o médico receitará medicação para o controle do distúrbio. O paciente deve ter a consciência de que precisa mudar seu estilo de vida, inclusive no que diz respeito às situações de estresse no dia a dia.

A prática de exercícios físicos é imprescindível para quem quer controlar a pressão arterial. Além de ajudar no controle do peso e estimular melhores hábitos alimentares, a prática esportiva melhora a condição do sistema cardiovascular.

Quanto à alimentação, deve-se evitar, além dos alimentos gordurosos, aqueles com muito sal, doces e frituras. A alimentação natural e balanceada é a indicação, com ênfase em frutas, legumes, verduras, cereais e carnes não gordurosas.

O cigarro é um hábito a ser eliminado, pois também contribui para o aumento da pressão arterial.

Sempre reiterando que essas medidas não devem se restringir a uma visão de tratamento, mas, sobretudo, de prevenção de doenças cardiovasculares. A adoção de determinadas rotinas, como as acima expostas, beneficia o corpo em diversos aspectos, reduzindo o risco de se adquirir diversas outras enfermidades.

A hipertensão é um mal silencioso, que não apresenta sintomas, mas pode ser o ponto de partida para quadros dramáticos, como o infarto ou o Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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Infarto agudo do miocárdio: sintomas e prevenção

infarto

Conhecido popularmente como ataque cardíaco, o infarto agudo do miocárdio é a segunda maior causa de morte por doença no país. Dados de uma pesquisa realizada pelo Sistema Único de Saúde apontaram que o infarto atinge cerca de 17 milhões de vítimas por ano.

O ataque cardíaco acontece quando há a diminuição ou ausência de circulação sanguínea no coração. A falta de sangue faz com que o miocárdio, músculo do coração, não receba oxigênio, levando à morte de suas células. Esse processo de necrose tecidual de parte do músculo cardíaco pode afetar gravemente todo o coração e ser fatal.

Sintomas do infarto agudo do miocárdio

O infarto possui sintomas muito particulares e são fáceis de serem identificados. A dor em forma de aperto no coração é o principal e mais frequente sintoma. Além disso, a dor pode irradiar para os braços e ombros, geralmente para o lado esquerdo. O episódio pode, também, ser acompanhado dos sintomas:

  • vômitos;
  • suor frio;
  • desmaio;
  • tontura;
  • vertigem;
  • fadiga intensa;
  • falta de ar;
  • palpitações;
  • sonolência.

Em alguns casos, a pessoa pode sentir uma sensação de azia ou, até mesmo, não apresentar nenhum sintoma.

Uma emergência deve ser procurada o quão logo o primeiro sinal aparecer. Quando o atendimento é feito em até uma hora, ou uma hora e meia, a musculatura que sofreu o dano tem grande chance de ser regenerada. Poucas horas depois do episódio, as células musculares morrem por completo e o miocárdio passa pela fibrose muscular. As células necrosadas deixam o músculo enrijecido, comprometendo a elasticidade que atua no movimento de bombeamento do sangue.

Causas do infarto

A principal causa do ataque cardíaco é o acúmulo de gordura, chamada de aterosclerose, dentro dos vasos de sangue, que causam seu estreitamento. Com o crescimento dessa placa de gordura, o canal fica obstruído, fazendo com que o sangue encontre dificuldade para passar. Geralmente, as placas de gordura que se acumulam são resultado de anos de maus hábitos. Além disso, o infarto pode ser causado por doenças coronarianas, alterações congênitas ou hematológicas. 

São fatores de risco que podem desencadear o infarto agudo do miocárdio:

  • tabagismo;
  • obesidade;
  • sedentarismo;
  • estresse;
  • níveis altos de colesterol;
  • hipertensão;
  • diabetes.

Como prevenir o infarto agudo do miocárdio?

Como se trata de uma doença que envolve placas de gordura no sangue, a melhor forma de prevenir é controlar os fatores de risco, como colesterol, cigarro, estresse, sedentarismo, pressão alta, diabetes e obesidade. 

  • Alimentação: uma dieta saudável, com legumes, frutas, carboidratos e verduras reflete no nível de colesterol;
  • Cigarro: o fumo pode oxidar as artérias e destruir a camada de proteção das veias, deixando-as mais propícias para o acúmulo de gordura;
  • Atividade física: a prática de exercícios contribui para o controle do colesterol;
  • Saiba escolher o tipo de gordura que ingere: gordura também faz parte das necessidades do organismo, por isso, prefira as de origem vegetal, como a que está presente nas castanhas e no azeite;
  • Acompanhamento médico: quem possui doenças como a hipertensão e diabetes deve sempre seguir as orientações médicas e realizar acompanhamento.

O infarto agudo do miocárdio pode ser fatal. É uma patologia que aparece de repente e o socorro imediato é fundamental para a recuperação do paciente. Dessa maneira, mudar o estilo de vida e procurar opções mais saudáveis é a melhor maneira de se evitá-lo. 

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Hipertensão: sintomas, causas e tratamentos

hipertensão

Hipertensão, ou pressão alta, é uma condição que pode afetar qualquer pessoa em qualquer idade e está associada com a pressão que o sangue faz contra as paredes das artérias, para conseguir circular pelo organismo.
O estreitamento das artérias faz com que o coração bombeie o sangue com mais força, dilatando o órgão e podendo causar danos a elas.

Neste artigo, vamos mostrar quais são os sintomas e como é possível tratar essa doença. Confira!

O que é a hipertensão?

A hipertensão arterial sistêmica é uma doença clínica multifatorial, caracterizada pela elevação dos níveis da pressão arterial. Dessa forma, a pessoa é considerada hipertensa quando seus níveis são maiores ou iguais a 140/90 mmHg.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 21% da população brasileira sofre de pressão alta. As mulheres representam o gênero mais afetado pela doença.

A hipertensão também pode acontecer durante a gravidez, trazendo risco para a saúde da gestante e da criança. Durante a gravidez, a doença altera o fluxo sanguíneo da placenta, provocando distúrbios e redução de oxigênio para o feto. Já na mãe, pode desencadear convulsões e até acidente vascular cerebral (AVC).

Quais são as causas da pressão alta?

A pressão alta ocorre quando existe uma certa resistência e o endurecimento dos vasos sanguíneos, prejudicando a passagem do sangue e obrigando o coração a um esforço maior para bombear o sangue. Os fatores mais comuns para isso acontecer são:

  • abuso de bebida alcoólica;
  • obesidade;
  • idade avançada;
  • consumo exagerado de sal, ou de alimentos que contenham muito sódio;
  • sedentarismo;
  • utilização de tabaco;
  • alteração dos níveis de colesterol e de triglicérides;
  • diabetes;
  • histórico familiar de doenças cardiovasculares.

Quais os sintomas?

Parte dos portadores de pressão alta costuma apresentar os seguintes sintomas:

  • dores no peito;
  • dor de cabeça que pode se estender para a nuca;
  • tontura e vertigem;
  • visão turva;
  • zumbido no ouvido.

Esses sinais são mais comuns em pessoas com quadro mais avançado do problema.

Como é o tratamento?

Trata-se de uma doença que não tem cura, no entanto, é possível ser controlada. Para isso, é fundamental procurar ajuda médica, pois o profissional vai indicar qual o tratamento mais adequado, conforme o quadro do paciente.
O ideal para o tratamento da pressão alta é o controle do peso, com o auxílio de atividades físicas e de alimentação saudável. Além disso, é essencial mudar o cardápio, evitando o uso de sal e temperos com sódio. Também é importante cortar ou reduzir o consumo de cigarro e de bebidas alcoólicas.

Em algumas situações, o médico pode prescrever medicamentos que ajudam a controlar a pressão arterial.
A hipertensão pode levar a sérias complicações de saúde, desencadeando doença graves, como o infarto e o AVC. Por isso, a qualquer sinal do problema, procure o seu médico e mantenha sempre bons hábitos de vida. Com isso, você terá mais saúde e tranquilidade para vivenciar o seu dia a dia.

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Desmaio: entenda quais são as principais causas

desmaio

O desmaio é um sintoma evidente de que algo não está funcionando corretamente no organismo de quem sofre. Porém, poucas pessoas conhecem as possíveis situações que provocam esse sintoma.

Você sabe quais são? Então, leia esse post até o final e entenda um pouco mais sobre esse condição.

O que é um desmaio?

É a perda rápida e súbita de consciência e do tônus postural, seguida pelo retorno da consciência. Quando acontece, o indivíduo perde os movimentos, fica enfraquecido, com pulso fraco, com as pernas e braços frios e com a respiração superficial.

Em alguns casos, antes de desmaiar, as pessoas sente vertigem, tontura, náusea, sudorese, visão embaçada, formigamento dos lábios e das pontas dos dedos, dor no peito e até palpitações.

A síncope, como é chamada, costuma durar entre poucos segundos a alguns minutos. Logo após o desmaio, a pessoa se recupera integralmente e reestabelece a consciência.

Quais são as causas mais comuns?

A perda de consciência só acontece quando há um distúrbio na função cerebral. Esse distúrbio pode ocorrer pela baixa oxigenação do cérebro ou pela deficiência de oxigênio e glicose no sangue que abastece o órgão. As principais causas de desmaio são:

  • Passar por emoções ou dores extremas que ativam o nervo vago. Essa ativação expande os vasos sanguíneos, reduzindo o retorno do sangue para o coração e diminuindo a frequência cardíaca;
  • Aumento da pressão torácica ao fazer força para evacuar, urinar ou tossir. Essa elevação também pode ativar o nervo vago;
  • Permanecer em pé por muito tempo, pois os músculos da perna precisam estar em pleno funcionamento para promover o retorno do sangue para o coração;
  • Mudanças hormonais no início da gravidez;
  • Hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) pode promover a perda de consciência;
  • Doenças ou problemas cardíacos, como por exemplo, arritmia cardíaca, infarto do miocárdio, disfunções nas válvulas ou doenças congênitas;
  • Ingestão excessiva de álcool ou de medicamentos;
  • Hipotensão arterial (pressão baixa) quando ocorre drasticamente pode causar a falta de energia;
  • Prática intensa de atividades físicas;
  • Embolia pulmonar.

Existe tratamento?

A síncope funciona como um alerta para o paciente, pois, por causa dela, uma investigação médica pode ser iniciada para descobrir sua origem. Contudo, não há a necessidade de um tratamento específico para o sintoma.

Quando alguém desmaia, deve-se verificar se ela está respirando. Caso não esteja, o atendimento médico de emergência deve ser iniciado por pessoas habilitadas. A primeira medida é a reanimação cardiopulmonar.

Por que os idosos precisam redobrar os cuidados?

As pessoas idosas enfrentam uma redução natural do fluxo sanguíneo. Por essa razão, estão mais suscetíveis à terem uma síncope. O fluxo diminui porque as artérias estão endurecidas e menos flexíveis, estreitando a passagem do sangue.

Além disso, a dificuldade em realizar atividades físicas faz com que os músculos fiquem inativos e não desempenhem bem sua função de empurrar o sangue pelas veias até o coração. 

O uso de diversos medicamentos também torna os idosos mais predispostos a desmaiar. 

Agora você já conhece as principais causas de desmaio. Se você já sofreu ou sofre com esse sintoma, converse com um cardiologista para que ele o avalie e oriente.

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Dislipidemia: sintomas, causas e tratamentos

Dislipidemia

Dislipidemia é o nome dado para o aumento nos níveis de triglicerídeos e colesterol no sangue. A doença também está relacionada com a queda dos níveis de HDL, que aumentam as chances de surgimento da aterosclerose.

O diagnóstico do distúrbio é feito por meio da medição da concentração de lipoproteínas, triglicerídeos e do colesterol individuais.

Quer entender melhor quais são os sintomas e as causas da dislipidemia? Continue a leitura e saiba mais!

Quais são as causas da dislipidemia?

A condição pode ser adquirida ou ter origem em fatores genéticos. É importante considerar uma série de aspectos que podem facilitar o seu surgimento. Dentre eles, podemos destacar:

  • alimentação rica em colesterol;
  • sedentarismo;
  • consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
  • diabetes;
  • obesidade;
  • tabagismo;
  • avanço da idade.

Aliás, vale ressaltar que os
níveis de colesterol tendem a aumentar com avançar dos anos. As mulheres
costumam ter níveis mais baixos e, em boa parte dos casos, a dislipidemia surge
após a menopausa.

Há também os casos em que o colesterol e triglicerídeos têm seus níveis aumentados com o uso de determinados tipos de medicamentos, tais como antidepressivos, estrógenos, corticoides, anticoncepcionais.

Quais são os principais sintomas da dislipidemia?

Um dos grandes desafios na identificação da dislipidemia é o fato de que esta é uma doença assintomática. Isso quer dizer que ela não apresenta sintomas.

Por isso, é essencial realizar exames preventivos com certa regularidade para se verificar os níveis de triglicérides e do colesterol. Somente assim é possível detectar a presença ou não da condição.

Por outro lado, existem sintomas de outras doenças que podem estar relacionados com altos níveis de colesterol e, consequentemente, com o surgimento da dislipidemia. Vale a pena ter atenção a eles, pois podem servir como sinal de alerta.

Algumas condições clínicas, como insuficiência renal ou cardíaca, hipertensão arterial, gordura no fígado, aterosclerose e angina, mais conhecida como dor no peito, são doenças que têm relação com o colesterol e triglicérides.

Por isso, é importante ficar atento a alguns sinais, como:

  • pressão alta;
  • prisão de ventre;
  • cansaço, fadiga ou sonolência;
  • dores de cabeça;
  • dormência nos pés e nas mãos;
  • dores nos peito;
  • halitose.

Quais são os tratamentos para a dislipidemia?

Geralmente, o tratamento para a doença envolve o uso de medicamentos e mudanças de hábitos no dia a dia. Por exemplo, a pessoa precisa cuidar para ter uma alimentação saudável, parar de fumar, perder peso, reduzir o consumo de álcool e começar a praticar atividades físicas.

Por fim, é importante chamar a atenção para o fato de que a dislipidemia, e algumas doenças relacionadas a ela, serem silenciosas. Sendo assim, é fundamental reservar um tempo para fazer uma consulta ao médico e realizar um check-up para verificar se tudo está bem.

No mais, qualquer pessoa pode começar a ter hábitos de vida mais saudáveis e, assim, prevenir a doença.

Por fim, em caso de qualquer dúvida sobre a dislipidemia, o ideal é procurar um cardiologista para que todas elas sejam sanadas e o melhor tratamento seja indicado ao paciente.

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Arritimia cardíaca: sintomas, causas e tratamentos

arritmia cardiaca 

As doenças do coração ainda são as principais causas de mortes da população mundial. A justificativa para essa proporção talvez esteja na forma silenciosa como costumam se manifestar. Entre as patologias mais frequentes estão o infarto e a arritmia cardíaca.

Você já ouviu falar em arritmia? Sabe como acontece? Então, continue a leitura do post para entender mais sobre a doença e conhecer as possibilidades de tratamento.

O que é arritmia cardíaca?

O coração trabalha em um ritmo constante que costuma acelerar quando praticamos atividades físicas e reduzir quando estamos em repouso. Essas mudanças ocorrem por uma ação natural do organismo, pois o órgão responde aos estímulos que recebe.

Contudo, quando essas alterações nos batimentos cardíacos acontecem por uma ação não natural, pode indicar a presença de uma arritmia cardíaca. Se o ritmo se torna acelerado, é chamado de taquicardia. Quando os batimentos se tornam lentos, é chamado de bradicardia.

Essa patologia precisa ser tratada imediatamente, pois compromete o bombeamento de sangue para o corpo, podendo até provocar a morte súbita do paciente.

Quais são possíveis causas?

O coração possui quatro câmaras projetadas para trabalhar de forma eficiente e constante. Cada câmara possui paredes musculares que se contraem para bombear o sangue exigido pelo corpo.

A contração muscular do coração é controlada por correntes elétricas que são iniciadas a cada batimento. A frequência cardíaca é orientada pela forma como o nódulo sinusal descarrega a corrente elétrica.

A causa mais comum de uma arritmia é a presença de alguma cardiopatia, como por exemplo, doença da artéria coronária e insuficiência cardíaca. Ela também pode ser congênita, estando presente desde o nascimento do paciente.

Existem fatores que são considerados potencializadores para a ocorrência de uma arritmia. Os fatores de risco são o tabagismo, sedentarismo, obesidade, apneia do sono, consumo abusivo de álcool, distúrbios da tireoide, hipertensão, diabetes e estresse.

Quais são os sintomas da arritmia cardíaca?

O sintoma mais específico da doença é a alteração nos batimentos cardíacos. Porém, nem todas as pessoas conseguem notá-la. Outros sintomas são fraqueza, fadiga, falta de ar, desmaio, tontura e dor no peito.

Quando uma arritmia acontece e persiste, o paciente deve ser tratado imediatamente, pois pode provocar a sua morte. Apesar dos sintomas mencionados, é importante lembrar que ela é uma doença assintomática.

Como é o tratamento?

O tratamento varia conforme a intensidade e gravidade da arritmia. A melhor forma de tratar a doença é aderindo à combinação do uso de medicamentos com mudanças no estilo de vida.

Quando a doença provoca sintomas insuportáveis, o uso de medicamentos antiarrítmicos é suficiente para controlá-los. Contudo, não há um único remédio capaz de tratar todas as formas de arritmia, sendo necessário submeter o paciente a diferente tipos de medicamentos.

Algumas mudanças no estilo de vida complementam o tratamento medicamentoso, tais como, evitar o consumo de álcool, cafeína e cigarro, moderar a prática de exercícios físicos e manter uma alimentação saudável.

Diante do mau funcionamento do nódulo sinoatrial, o nosso marca-passo natural, é possível a utilização de um marca-passo artificial. São aparelhos implantados cirurgicamente e conectados ao coração por meio de eletrodos que ajudam a regular os batimentos.

Outra prática comum para o controle dos batimentos é a aplicação de choque elétrico no coração, chamado de cardioversão, desfibrilação ou eletroversão. Cada procedimento desses varia de acordo com o tipo de arritmia.

Entendeu a gravidade de uma arritmia cardíaca? Por isso, é importante estar atento ao sinais emitidos pelo corpo Caso suspeite de algo, converse com um cardiologista de sua confiança. 

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O sono e a saúde do coração: entenda a relação

Sono

O sono e a saúde do coração tem muita coisa em comum. É no período em que dormimos que o corpo pode descansar e nossas energias são recarregadas para que estejamos dispostos no dia seguinte.

Mas, não é somente isso! Ter boas noites de sono é um excelente remédio para a saúde do coração. Por outro lado, caso a pessoa negligencie esse ponto, as chances de se desenvolver doenças cardiovasculares são bem maiores.

Qual a relação entre o sono e saúde do coração?

Quando o indivíduo tem poucas horas de sono no dia a dia, a pressão arterial é prejudicada. Isso pode levar a hipertensão, a popular e muito conhecida pressão alta.

Algumas estimativas médicas apontam que uma noite de sono com menos de cinco horas pode contribuir para aumentar em cinco vezes o risco de hipertensão.

Não é somente isso. As noites mal dormidas podem provocar ou agravar outras condições, que também podem afetar a saúde do coração. Esse, por exemplo, é o caso da obesidade, doença que aumenta significativamente as chances de doenças cardiovasculares.

O sono é tão importante, que a sua falta constitui um fator de risco para o infarto, AVC e arritmia cardíaca.

Quando dormimos, o sistema cardiovascular entra em repouso. Dessa forma, a pressão arterial é reduzida. No momento em que atingimos o sono profundo, é a hora de começar a produção dos hormônios que trabalham na circulação.

Se o indivíduo dormir mal, o organismo não consegue se restabelecer da forma devida e, com isso, o fluxo sanguíneo e o funcionamento do coração são afetados.

Isso acontece porque o próprio organismo entende que ainda não é a hora do coração e do cérebro descansarem e, assim, mantém a frequência cardíaca e a pressão arterial elevadas.

Qualidade do sono e a saúde do coração

Não é raro encontrarmos pessoas que acreditam que dormir bem é dormir muito. Esse é um erro muito comum, pois é preciso ficar atento, inclusive, à qualidade do sono!

Um exemplo de condição que atrapalha muitas pessoas a terem noites de sono tranquilas é a apneia obstrutiva do sono. Estima-se que cerca de 40% da população adulta sofra com o distúrbio do sono.

Vale lembrar que essa condição também tem relação com o aumento dos riscos de problemas cardiovasculares.

Conclusão

Além de ter uma atenção especial à qualidade e quantidade de horas dormidas, também é essencial cuidar de sua postura ao dormir. Determinadas posições podem gerar desconforto e dores, causando despertares noturnos e prejudicando ainda mais seu período de recuperação cardiovascular.

Alguns sinais indicam que a posição escolhida ao dormir pode não ser a melhor, como formigamento das mãos, dores de cabeça, dores lombares, no ombro e no pescoço.

Por fim, outro aspecto importante relacionado ao sono e à saúde do coração é a alimentação. Além de evitar comidas muito pesadas pouco tempo antes dormir, também é importante ficar atento ao horário da última refeição. O mais indicado é que se faça uma refeição leve, no máximo, duas horas antes de ir para cama.

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Dor no peito: conheça as possíveis causas

dor no peito

A sensação de dor no peito costuma trazer muita preocupação a quem sente. Apesar de ser o principal sintoma de angina ou de infarto, nem sempre indica um grave problema de saúde. O importante é identificar como, onde a dor surge e se é acompanhada de outros sintomas.

Você sabia que existem diversos problemas que podem causar a dor torácica? Pois é, por isso, preparei esse texto para apresentar algumas dessas possíveis causas. Não deixe de ler!

Possíveis causas da dor no peito

1) Excesso de gases

Pode parecer brincadeira, mas não é. O excesso de gases é uma das causas mais frequentes de dor na região do tórax. Isso ocorre porque o acúmulo de gases no intestino pode provocar pressão sobre alguns órgãos abdominais, causando uma dor que irradia para o peito.

Quando a origem está no excesso de gases intestinais, a dor se manifesta através de pontadas fortes que desaparecem repentinamente e retornam, principalmente, quando a pessoa pressiona o abdômen ao se movimentar.

2) Refluxo gastroesofágico

Também conhecido como DRGE, ele ocorre quando algo que está dentro do estômago retorna, indevidamente, para o esôfago de forma crônica e repetida. Essa constância promove a lesão do órgão.

O refluxo gastroesofágico pode ocorrer quando nos alimentamos em excesso, dilatando o estômago e dificultando o fechamento do anel esfíncter. Outra causa é o relaxamento desse anel, promovida pelo uso de cigarro ou pela ingestão de refrigerantes e bebidas alcoólicas.

As pessoas obesas ou mulheres grávidas também estão mais expostas à doença. Nos quadros de refluxo gastroesofágico, a dor no peito ocorre frequentemente. Assim, ela se caracteriza por ocorrer no esterno e ser acompanhada de queimação, dor no estômago e desconforto na garganta.

3) Infarto

A dor no peito é um sintoma muito específico de um infarto. Em suma, o infarto ocorre quando o músculo do coração (miocárdio) fica desabastecido de sangue em razão de uma interrupção no fluxo sanguíneo.

Essa interrupção acontece quando há uma obstrução nas artérias. A principal causa desse bloqueio é a aterosclerose, que é a formação de placas de gordura no sangue. 

Quando essas placas se rompem, um coágulo se forma e obstrui o fluxo sanguíneo. Em consequência dessa obstrução, o miocárdio pode ser danificado ou necrosado, causando o infarto.

Entre os sintomas mais frequentes está a dor no peito que se caracteriza por irradiar para as costas, rosto e o braço esquerdo. O paciente também pode apresentar sensação de peso ou aperto sobre o tórax, suor excessivo, palidez, desmaio e arritmia cardíaca.

4) Doença cardíaca

A dor torácica é um sintoma comum de diferentes doenças cardíacas, como por exemplo, angina, fibrilação atrial e arteriosclerose. A dor varia conforme a causa e a idade/gênero do paciente. Em alguns casos, as pacientes mulheres não apresentam esse sintoma.

A melhor forma de identificar a doença é verificando quais são os outros sinais que acompanham a dor no tórax. O paciente pode sentir dor na região em que há a obstrução da artéria, fadiga, fraqueza muscular, falta de ar, cansaço, tontura e pode até desmaiar.

Essas são apenas algumas das possibilidades que podem provocar a dor no peito. A melhor forma de descobrir a origem dela é se consultando com um cardiologista. Quer saber mais? Clique no banner e saiba mais sobre cardiologia.